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domingo, 20 de janeiro de 2013

A vida de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.

Temos casas maiores e famílias menores; mais medicina e menos saúde. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.


Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma irresponsável, rimos de menos, dirigimos rápidos demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente pensamos...

Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita frequência . Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.

Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de nossos anos. Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldades em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso vizinho.

Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a Alma.

Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamento rasos. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, ma perdura a guerra nos lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedades de tipos de comida, mas menos nutrição.

São dias de duas fontes de renda, mas de mais  divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados.

São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas qe fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.

É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla "Del".



sábado, 19 de janeiro de 2013

Deus nunca perderá a fé em nós seres humanos, quando Ele nos escolheu como objeto do Amor Dele, Ele foi o primeiro a se curvar diante de nós. O Seu Amor e esperança em nós eram grandiosos. Mas nós pisoteamos essa dádiva, nos matamos uns aos outros por raiva e ambição, travando guerra  sob pó e entulho e com as palavras do livro Sagrado. Contudo e meia tanta escuridão, ainda existem pessoas que se mantém integras, ainda existem pessoas que não desistem, mesmo sabendo que toda esperança está quase se perdendo completamente. Alguma pessoa que sabe que está perdido está muito perto de ser achado.  Ele vê cada um de nós... algumas desesperadas por ter sido abandonadas quando crianças, e mesmo assim não desistiram da vida e se manterão firmes sempre acreditando... algumas que amam alguém, mesmo que esse alguém carrega no seu ventre um filho que não é seu, e você a ama sem pensar em si mesmo, embora saiba que ela jamais irá amá-lo  do jeito que você a ama... algumas que dedicam suas vidas para promover a paz, mesmo sendo  ciente que isso é  um sonho ainda distante para nós... algumas que têm compaixão pelo próximo, mesmo que o próximo lhe tenha causado algum mal inabalável, essas pessoas tem o dom do perdão. E essas pessoas ainda são a razão Dele ter fé.   

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


É da natureza humana manter pequenos segredos sobre nós mesmos. Todos fazemos isso. “Pintar o cabelo”. “Ver pornografia na internet”. Mas e sua vida inteira é um segredo? Uma mentira? E expor a verdade pode destruir tudo que você é? O que você faz? Foge? 

Não importa qual seu destino, o viajante inteligente deve estar preparado par afazer ajustes de ultima hora.  
Manter o controle de você mesmo é  uma arte para poucos, e poucos são os que tem essa arte.

Não há duas emoções humanas mais forte que  medo e o amor. De muitas formas eles não diferem muito. Ambos podem incitá-los a fazer loucuras. Largar tudo por uma vida indefinida. Arriscar a própria vida para tentar chamar a atenção da pessoa amada por medo de perdê-la.
Ou fazer o que te mata de medo, por que pode estar apaixonado.

Nunca pensei no futuro. Em envelhecer. Talvez por ele nunca ser gentil com pessoas como eu. Nunca com as pessoas que amamos. Mas de repente, meu futuro parece muito possível. E envelhecer não é só mais uma possibilidade, parece atraente. Mas deveria saber que não se deve contar com o futuro. Só se pode acreditar no agora. Nesse momento. Porque num piscar de olhos, tudo pode mudar.


Todos criamos nossas regras pessoais. São essas regras que ajudam a definir quem somos. E quando as quebramos, arriscamos nos perder e nos transformar em algo desconhecido. Isso é um novo inicio? Ou o inicio do fim?






quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Conquistas

Se você procura por enriquecimento e prejudica os ouros ganhando mais do que você pode gastar, você passará dos limites.

Quando você pensa que obteve sucesso, mas alguma coisa está faltando, significa que você foi derrotado pela sua ganância, sua maior fraqueza.

A vida é muitas vezes miserável na busca pela felicidade, o poder tão desejável.
Eles trazem tanta angústia.

A vida é muitas vezes lamentável na busca pela bem-aventurança.
Se não fossemos tão insaciáveis poderíamos ter muito mais que menos.

A vida é muitas vezes cínica na busca ela esperança.
Vocês estão apenas querendo mais e mais, então se metem nesta bagunça.

Tudo aquilo que você tomou dos outros será tomado de você.
Tudo aquilo que sua discordância sufoca irá então voltar pra você.
O que quer que aconteça amanhã e o que você faça apenas mantenha em mente que a origem e o fim é você.

Esta fantasia não é o bastante para você.
Você quer isso, e isso voltará para você.
Nunca encontrando a realização, a origem e o fim é você.


Medo Obscuro


1º Pensamento

Eu não posso vê-lo, eu não posso ouvi-lo, você ainda existe?
Eu não posso senti-lo, eu não posso toca-lo, você existe?
Eu não posso prova-lo, eu não posso pensar em você. Nós existimos de verdade?

2º Entre a esperança e o desespero

(O futuro não passa e o passado não vai subjulgar o presente.
Tudo que resta é uma ilusão obsoleta.
Vocês tem medo de todas as coisas que não poderiam ter, um medo obscuro).

Vocês dormem a noite ou compartilham a mesma velha fantasia?
Você é uma silhueta da pessoa que vaga nos seus próprios sonhos.
Vocês temem todas as coisas que não poderiam ser um medo obscuro.

Lágrimas de beleza sem precedentes revelam a verdade da existência.
Vocês são todos sádicos.

O envelhecido desenvolvimento da consciência afasta vocês da essência da vida.
Vocês meditam (preocupação) tanto por isso seus instintos irão esvanecer-se, irão esvanecer

Qual o sentido da vida e qual o significado se todos vocês morrem no final?
Faz sentido aprender ou vocês irão esquecer-se de tudo?

Lágrimas de beleza sem precedentes revelam a verdade da existência.
Vocês são pessimistas.

Aprenda como ver e libertar a descrença que existe em vocês mesmos.
O que vocês são é o que vêem, um medo obscuro.
Seus espíritos são devorados por vocês e suas almas, condenadas.

3º Nunca mais

A lucidez da minha mente foi revelada em novos sonhos.
Sou capaz de viajar onde meu coração vai na busca de auto-realização.
Esse é o jeito de fugir da minha agitação.
E eu me aprimorei. Use a tua imaginação e entre nos seus sonhos.





sexta-feira, 4 de janeiro de 2013


A minha volta são todos rostos familiares, lugares desgastados rostos desgastados, levantam cedo para suas corridas diárias, indo a lugar nenhum. Vejo tristezas em seus rostos sem expressão, as lagrimas molham seus rostos.

Escondo minha cabeça, quero afogar meu sofrimento.
Sem amanhã, eu acho isso meio engraçado. Os sonhos nos quais estou morrendo são os melhores que eu já tive. Eu acho difícil de dizer por que acho difícil de entender.

Quando vejo as pessoas andarem em círculos é muito muito... Mundo louco.
Pessoas esperando pelo dia em que se sentirão bem, mas sempre desacreditando dos seus sonhos. Será esse o fim? É isso que devemos ser? Sem esperança apenas esperando, apenas sonhando desacreditados. 

Onde devemos buscar nossas inspirações?
Eu me sinto como uma criança deve se sentir, sentado e observando. Olhe através de mim, e ache isso meio engraçado. Eu acho isso meio triste.
Os sonhos nos quais estou morrendo são os melhores que já tive.
Amplie seu mundo, não deixe seus sonhos apenas no seu mundo, não viva sonhando desacreditado, entenda que todos nós temos o poder de mudar nossas vidas e nos tornar aquilo que queremos ser.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Quem é você?


Descubra quem você é de verdade, saiba o que você procura.
Você sabe  quem você  é?
Todos nós procuramos saber quem somos de verdade, mas... essa resposta está no presente, não no passado. Mas o passado as vezes pode nos condenar e o próprio nos diz quem nos tornamos.
O passado é apenas um conceito da mente, ele pode nos cegar nos enganar para acreditar nela, mas o coração... quer viver no presente. Procure  dentro de você, e conseguirá achar a resposta para todas as suas duvidas.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

2012 O Ano!

O ano que passou me ensinou muito, não sei se posso dizer se foi um ano exatamente feliz.
Posso dizer que foi fundamental, de diversas formas. 2012 tive muitas decepções e muitas alegrias, muitas noites mal dormidas como essa, um monte de ???? E também !!!! Para substituir as reticências que vinha permitindo.

Conheci muita gente interessante que deram momentos grandiosos, mas uma em em especial, onde conheci o céu e o inferno, a paixão e ódio...

Conquistei grandes amigos (uma em especial), quando tive coragem de decepcionar aqueles que me conhecem e confiam em mim. Ela foi fundamental ao me ouvir e me entender sem expectativas. Hoje em dia não sei como consegui viver sem ela por tanto tempo!

2012 me ensinou, que não conseguir o que você deseja, ás vezes pode ser um grande lance de sorte. Descobri que não posso ser tão bom quanto os outros pensam, mas sem dúvida posso ser melhor do que me sinto... Se tentar o suficiente.

2012 me mostrou que uma simples conversa pode bagunçar a sua vida aliviar o seu fardo de problemas. Que mês de agosto foi esse?

2012 me deixou com lembranças diárias que vão permanecer por muito tempo.

Em 2012 um silêncio incômodo prejudicou a ultima pessoa que eu desejaria prejudicar no mundo. Sortudo que sou, não só fui perdoado, como também compreendido. Mas do que eu esperava ou merecia. Talvez seja essa a definição de amizade: aceitação das suas limitações... É por isso que sou o que sou...

Ganhei elogios que não merecia. Tomei esporro de onde menos suspeitava.

Em 2012 aprendi que não devemos fazer promessas quando estamos em euforia de tanta alegria. Não responda quando estiver triste. Não tome decisões quando você estiver explodindo de tanta raiva.

Todas as respostas vêm de algo muito além de nossa compreensão, no exato momento...

E jamais tenha pressa, o que é seu por direito, virá ao seu encontro.

2013 com certeza será o Ano de uma nova era para todos nós...



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Não Lute mais... Descanse

Não lute mais... Descanse.

Não dê força para seus inimigos.
Pare de lutar contra pessoas invejosas, falsas, no fundo lutar contra esses inimigos (sentimentos negativos), só vão acabar fazendo com que você se desgaste e acabe com seu dia que pode ser muito mais proveitoso quando focamos nossas energias e pensamentos positivos para outros fins. Sabe como vencê-los?
Com o poder do perdão.

Não cultive a impaciência.
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bencos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais. Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Sabe como vencê-la...
Com o poder da segurança.

Não delapide a paz dos outros.
Não perca seu tempo atormentando as pessoas, principalmente as que você ama. Você jamais conseguirá controlar outras pessoas, em vez disso...
Coopere com o silêncio.

Não se afaste do seu coração...
Jamais deixe de ser o que você é para agradar os demais, não perca sua identidade para se auto beneficiar, procure sempre fazer o que seu coração pede mesmo diante das situações mais complexas que a vida apresenta...
Una-se a si mesmo.

Não dê trelas aos problemas...
"Todo e qualquer problema é uma oportunidade disfarçada". Tenha essa frase em mente quando algo estiver afligindo seu coração, é simples...
Vença-os com a luz interior.

Não coopere com as críticas
Uma crítica sempre é bem vinda, tanto boa quanto a negativam uma critica boa faz você ter a convicção que está no caminho certo, uma critica negativa faz com que te impulsione a melhorar cada vez mais. Mas existem criticas que só servem para atrapalhar, com relação à essas...
Supere-as com se desprezo.

Assuma a sua Liberdade de escolha.
O bem é saber que o único meio de vencer. É usar a inteligência com compaixão.
Por isso não lute mais... Descanse.



domingo, 16 de dezembro de 2012

Leia com Espírito

A caminho de casa, entro em uma lanchonete para tomar um café com leite junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A ansiedade me assusta.

Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do "perfeito" ou "imperfeito" no cotidiano de cada ser humano. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo especial do conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava a circunstância, ao episódio. Nesta perseguição pelos fatos, por flagrante de esquina, poderia ser nas palavras, ou num acidente doméstico, me torno simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café com leite, enquanto o verso do poeta se repete na minha lembrança: "assim eu queria meu ultimo poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar longe de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma grande história.

Ao fundo da lanchonete um casal de aparência simples, acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, no jeito simples de conversar, deixa reparo na presença de uma garotinha de seus dois a quatro anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido simples, que sentou-se também à mesa: mal conseguia balanças as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três sere tímidos que compõe em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Observo, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los mais atentamente. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, segura da naturalidade da sua presença ali. Ao meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês.

O homem atrás do balcão apanha o pedaço de bolo com a mão, larga-o no pratinho - bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A garotinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começar a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforo, e espera,.A filha aguarda também, atenta com os olhos brilhando. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando bem baixinho, a que os pais se juntam, discretas. " Parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A garotinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura - arruma a fita no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai no colo. O pai corre os olhos pela lanchonete, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido - vacila, ameaça baixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num SORRISO.

"Assim eu queria meu último texto: que fosse puro como esse sorriso"